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Hegemonias e emancipações no século XXI

Ana Esther Ceceña. [Organizadora]

Emir Sader. Ana Esther Ceceña. Jaime Caycedo. Jaime Estay Reyno. Berenice P. Ramírez López. Armando Bartra. Raúl Ornelas. José María Gómez. Edgardo Lander. [Autores de Capítulo]
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Colección Grupos de Trabajo.
ISBN 987-1183-20-8
CLACSO.
Buenos Aires.
Julio de 2005


 
     
 
O tema nodal no terreno das Hegemonias e Emancipações não é somente a dominação, mas também, como indicava Gramsci, a capacidade de derar uma concepção universal do mundo a partir de uma visão particular, de dominar atrvés do consenso e de reproduzir as formas de dominação nos espaços dos dominados. Dominação, hegemonia, legitimidade, sistemas de poder, império, imperialismo, contra-hegemonia, emancipação, são referentes teóricos que é necessário ressignificar para que enfrentemos a realidade da conflituosidades social no milênio que começa tanto com a irrupçãao do mivimiento zapatista em Chiapas como com o ataque às torres gêmeas de Nova York ou as invasões do Afganistão, Iraque, Timor Oriental ou Haiti. Uma das preocupações centrais do Grupo de Trabalho Hegemonias e Emancipações do Clacso é contribuir para a reapropriação conceitual que, ao mesmo tempo que ressignifica velhas categorias, cria novos modos de entender e interpretar a realidade. Se partimos do reconhecimiento deste fim de milênio como o universal concreto no qual se unem, se cruzam e se dissociam processos, ponto crítico condensado de uma realidade caótica e complexa na qual se gestam os novos caminhos de uma história de histórias, na qual os sujeitos em ação introduzem suas própias pautas e epistemologias, é necessário buscar algumas repostas. Que conteúdo específico concedemos à hegemonia? Qual é a relação entre hegemonia e estratégia? Como lidar com as temporalidades históricas na análise da hegemoia? Quais são os critérios de avaliação do estado da hegemonia? Quais são seus suportes? Qual é a territorialidade da hegemonia e como se constrói? Quais são seus mecanismos privilegiados? É possível falar de projeto hegemônico? Que lugar ocupa o econômico na construção de hegemonia? E o militar? São credores de uma concepção de mundo? Trabalhar simultaneamente os conceitos de hegemonia e emancipação como abstraçães interpretativas e como experiências históricas é um caminho para a aproximação a esta realidade.
 
     
     
     
 
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